O Decreto nº 16/2013, de 11 de julho, é a legislação da Guiné-Bissau que proíbe o fabrico, importação, comercialização e distribuição de sacos de plástico não biodegradáveis feitos de polietileno, propileno e polipropileno. Apesar de ser um marco pioneiro no país, a aplicação prática da lei tem sido historicamente fraca, levando o governo a realizar campanhas de sensibilização e a planejar revisões no quadro jurídico para conter a forte poluição plástica.

Os principais aspectos do regime de proibição incluem:

  • Escopo da Proibição: Abrange sacos de plástico convencionais derivados de polietileno, propileno e polipropileno.
  • Alternativas: A lei incentiva e promove a substituição por alternativas oxibiodegradáveis.
  • Fiscalização: A responsabilidade de supervisão e fiscalização cabe às autoridades ambientais.
  • Desafios de Implementação: A lei tem enfrentado resistências no cumprimento prático, com os comerciantes apontando a falta de alternativas economicamente viáveis. O país tem lidado com o problema intensificando campanhas de sensibilização e ações de recolha coerciva e apreensão em mercados e armazéns.
  • Esforços Atuais: O Plano de Ação Nacional de Combate à Poluição Plástica aponta a necessidade de atualizar os instrumentos legais e olhar para o ciclo de vida completo dos plásticos no país.